idílio moderno

andré maria

júlio rangel


Oito canções em meio à aurora e sol das nossas ruas. Uma velha Imperatriz que matinalmente se renova em Boa Vista: bairro que transcende a malícia dos imberbes, ao passo que os absorve em brindes do ocaso ao acaso. Minúscula cidadela, berço cósmico das particulares geografias de cada qual, enquanto nós. A amizade, a música e a crítica, numa busca dos fins que predissessem nossas aspirações. Algo composto com as devidas proporções quase não planejadas: feito não sei como, para não sei quem. De ninguém aquém para alguém além.

André Maria

:: imprensa

Fotografia: Fernanda Mafra